Cerveja, rock e muita diversão em Dublin

por | nov 28, 2013

guinness dublin

Dublin povoava meus pensamentos desde a adolescência nos anos 90, com as músicas do U2. Nas férias de 2013 aproveitei os dias que passei em Londres para conhecer a (ainda mais) chuvosa vizinha irlandesa.

A maratona começou bem cedinho. Saímos de casa com tempo de sobra pra tomar café, despachar a bagagem, passar pela imigração etc, etc. Mas, por causa da minha teimosia em manter um colírio na bagagem de mão, quase perdemos o vôo em Heathrow e tive que correr mais que o Usain Bolt pra conseguir embarcar.

Passado o estresse, mas ainda sem fôlego da correria, lá estávamos nós na capital dos vikings.

Do aeroporto de Dublin pro centro da cidade tem três formas de chegar: de ônibus comum (2.80 euros), ônibus expresso (6 euros) ou táxi (30 euros). O ônibus expresso é excelente e leva cerca de 20 minutos até a avenida principal da cidade.

guinness dublin

Tivemos a sorte de chegar num dia de sol e aproveitamos as poucas horas antes do check in no Isaac Hostel pra fazer o tour gratuito que o albergue oferecia. Trinity College (universidade onde estudou Oscar Wilde), Saint Stephen’s Green Park, National Gallery (que tem obras de Caravaggio) e o Temple Bar estão no roteiro, que leva cerca de duas horas, com direito ao sotaque carregado que o irlandês tem.

Também tivemos a sorte de sermos recebidas por uma querida amiga irlandesa, que nos mostrou o que Dublin tem de melhor – os pubs. Naquela noite (já chuvosa), fomos bater pernas pelos melhores bares que já tive a sorte de conhecer na vida.

Os irlandeses nunca param no primeiro pub. A onda é entrar e sair de uns 3 ou 4 ao longo da noite e provar uma cerveja diferente em cada um. Pubs de rock, de música ao vivo, de música celta, são mais de 1000 espalhados pela cidade, principalmente pela região de Temple Bar. E essa cultura não surgiu por acaso, afinal o pub mais antigo do mundo surgiu na capital irlandesa em 1198: o The Brazen Head.

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Alguns dos pubs que valem (e muito) a visita são o Quays Bar e o Fitzsimons (espécie de bar/boate com 5 andares de música rolando). Mas não se preocupe muito em errar, pois todos os bares parecem divertidos e tem entrada gratuita. Só paga o que consumir.

No sábado, compramos um ticket para o Dublin Bus Tour, um daqueles passeios de ônibus que você pode embarcar e desembarcar várias vezes por dia (18 euros por dois dias de uso). Qualquer hotel vende esses passeios e, pra quem tem pouco tempo na cidade, é uma ótima opção. Dá pra conhecer os principais pontos turísticos, andar pelos lindos parques espalhados por toda a capital e ouvir um pouco das histórias de cada lugar.

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No primeiro dia de tour, aproveitamos a companhia dos amigos americanos que fizemos no hostel, e fomos direto pra Fábrica da melhor cerveja do mundo, a Guinness. Lá, além de aprender sobre o processo de fabricação da cerveja, a gente ganhou de brinde duas pints muito bem tiradas, cremosas e geladinhas de Guinness.

A dica da saída é pegar uma das carruagens que se fazem de táxi e partir direto pra região de Temple Bar, continuar o pub crawling pela intensa vida noturna irlandesa e se esbaldar na cevada. Foi o que fizemos e a noite só acabou de manhã. Sláinte!

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Domingo foi dia de mais sightseeing por Dublin. Kilmainham Gaol, Catedral, U2 graffiti wall, zoológico, Book of Kells são pontos que valem a descida. Mas estava chovendo, estava frio e estávamos de ressaca, então só descemos na Merrion Square (um parque liiiindo onde tem a estátua de Oscar Wilde) e em Temple Bar pra nos despedir da cidade tomando o verdadeiro Irish Coffee.

Mas o ponto alto de Dublin não é o U2, não é o Irish Coffee, nem Oscar Wilde, ou a Guinness (tá, talvez essa empate). O ponto alto de Dublin são eles, os rapazes. A terra dos vikings é a capital dos homens mais bonitos que meus olhos já viram ao vivo. Entre 10 guapos, 4 são sósias do Hugh Jackman, 3 do Colin Farrel e 3 do Gerard Butler. Além disso, a simpatia dublinesa é mundialmente reconhecida, principalmente porque os vizinhos ingleses não são um povo lá muito sorridente. Ponto para eles!

“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe”

Oscar Wilde

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